Não são mais apenas as grandes empresas de serviços públicos que compram energia solar.
A SolarSquare está discutindo uma nova rodada de financiamento. O alvo? Entre US$ 55 milhões e US$ 60 milhões. Se eles fecharem, isso avaliará a empresa entre US$ 450 milhões e US$ 500 milhões. Esse é um salto enorme. Aproximadamente o dobro do que os investidores pensavam que valiam há apenas 18 meses.
Quem está pagando? B Capital e Lightspeed Venture Partners. Lightspeed está usando seu fundo de crescimento – o mesmo bolso de dinheiro que apoiou Razorpay e Zepto. Eles já lideraram a Série B em dezembro passado, jogando US$ 40 milhões na mesa para uma avaliação de aproximadamente US$ 200 milhões. Agora eles estão voltando com mais amigos. Elevation Capital provavelmente também se juntará à festa. O acordo ainda não foi assinado. Poderia mudar. Pode fechar no próximo mês.
Até agora, a SolarSquare arrecadou um total de US$ 61,1 milhões, por Tracxn. Mas o apetite pela energia solar nos telhados na Índia é insaciável neste momento.
Por que a pressa?
A Índia quer 500 GW de energia renovável até 2030. A energia solar faz o trabalho pesado lá – mais da metade. Em 2025 tornaram-se o terceiro maior produtor mundial. Logo atrás da China e dos EUA. Pense nessa escala. A capacidade instalada saltou de aproximadamente 3 GW em 20114 para mais de 150 GW em 2026. Os subsídios governamentais ajudaram. Mas a verdadeira história é o telhado.
A SolarSquare, com sede em Mumbai e fundada em 2019, está lutando contra um mercado fragmentado. Instaladores locais em todos os lugares. Redes de revendedores ligadas a gigantes como Tata Power e Waaree Energies. É uma bagunça. SolarSquare tenta limpá-lo. Eles projetam. Instalar. Manter. Eles colocaram 150 MW de energia solar em 29 cidades em nove estados.
A quem eles estão servindo? Principalmente casas agora. Quase 50,00 deles. Cerca de 400 complexos de apartamentos também. Sim, eles conectaram Swiggy e Zepto, mas o lado residencial é que faz dinheiro. As coisas industriais? Margens mais baixas. Reduzir essa parte do negócio faz sentido.
A taxa de receita está ultrapassando ₹ 10 bilhões (cerca de US$ 104 milhões ) de residências e sociedades combinadas.
A meta é de 200 MW em seu portfólio residencial este ano. Agressivo? Talvez. Possível? Parece que sim.
Nenhum deles quer comentar. SolarSquare permaneceu em silêncio. B Capital não respondeu. Velocidade da luz fantasma. Capital de elevação? Mesmo.
Talvez eles saibam de alguma coisa. Ou talvez estejam apenas ocupados assinando os papéis. De qualquer forma, o sol brilha sobre essas carteiras. 📈☀️




























